POLÍCIA COMUNITÁRIA
Responsável: Governo de São Paulo
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A polícia mais próxima do cidadão

A história da polícia comunitária no Estado de São Paulo começa em 1997, ainda na primeira gestão de Mário Covas à frente do governo. Desde então, os governos do PSDB apostam e aprimoram um conceito de policiamento que muda radicalmente a relação cidadão-polícia.policia

Tendo como referência a experiência canadense, a Polícia Militar iniciou um processo de aproximação do cidadão com o policiamento de base comunitária, no centro da capital.

São Paulo foi pioneiro na América Latina na implantação de uma filosofia de segurança pública que se estrutura sobre pilares de solidariedade, respeito ao indivíduo e à diversidade, e um sistemático trabalho de construção de relações de confiança e respeito junto à população.

Os resultados dessa nova forma de promover a segurança nas ruas dos municípios de São Paulo levaram a exportação da filosofia da Polícia Comunitária para outros países da América Latina, para a América Central e mais recentemente para 25 países da África e do Caribe. Muitos estados brasileiros também buscaram na experiência paulistana as referências e conceitos para a implementação do policiamento comunitário.

 

Polícia e comunidade unidas pelo bem comum

O eixo central do policiamento comunitário é o envolvimento da comunidade e do cidadão nas políticas e programas de segurança pública. A comunidade apoia e auxilia a polícia a identificar, priorizar demandas e criar estratégias para a melhor solução dos problemas locais. Uma vez que todos estão comprometidos, os processos de mudança se tornam muito mais dinâmicos e os resultados chegam mais rápido.

É claro que o novo modo de operar requer tanto a formação do efetivo policial como a criação de estruturas locais que possibilitem a presença cotidiana da polícia nos bairros e comunidades, assim como a interlocução com os moradores. Para resolver essa questão foram criadas as Bases Comunitárias Móveis.

O Estado tem 540 Bases Comunitárias Móveis e 230 Bases Comunitárias de Segurança fixas. Outras 52 Bases Comunitárias de Segurança Distritais se distinguem por abrigar os policiais e suas famílias, que moram na unidade.

As Bases Comunitárias de Segurança são as células locais da política comunitária, que funcionam como pólos de referência para a população. Integram todas as atividades propostas pela corporação, pela comunidade e por diferentes órgãos públicos, projetos e ações pontuais.  Aqui também a Polícia Militar funciona como multiplicadora da filosofia das Bases Comunitárias para outros estados brasileiros e diferentes países.

A Base Comunitária de Segurança Distrital funciona como moradia do policial e de sua família.  Ali ele integra a função de polícia com a sua vida pessoal e social, já que mora na comunidade. Esse aspecto de proximidade torna o policial um agente de segurança diferenciado, mais próximo e verdadeiramente participante da vida comunitária, conhecendo sua dinâmica própria, seus problemas e potenciais.

Fazendo história

A aprimoração dos serviços e estratégias utilizadas no policiamento comunitário requereu um avanço e adequação dos métodos em relação à experiência do Canadá. O Governo do Estado de São Paulo buscou outros modelos que pudessem ser mais bem adaptados à realidade do estado e, no final da década de 90, começou a testar o modelo japonês, que já tem uma história de mais de cem anos.

Em três anos o novo modelo apresentava resultados positivos com uma mudança concreta na percepção do morador sobre o policiamento e a segurança e, em 2005, a Polícia Militar firmou convênio com a Agência de Cooperação Internacional do Japão para ampliar as experiências. Hoje, São Paulo já exporta para o Japão novas estratégias, criadas e aprovadas aqui.

É importante ressaltar que o Estado de São Paulo saiu na frente ao assumir o compromisso de unir, sob a coordenação da Polícia Militar, dois pilares fundamentais para a Segurança Pública: Direitos Humanos e Polícia Comunitária. A difusão da metodologia e a qualidade dos seus resultados mostram que esse é o caminho correto.

Saiba mais sobre os programas de Segurança Pública no Estado de São Paulo, em www.ssp.sp.gov.br.

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